Antes, na era do filme, tínhamos que conviver com as limitações da latitude do filme na hora de clicar, e os recursos que haviam eram aqueles de manipulação em laboratório: processamento do filme para aumentar e diminuir a latitude, dodge e burn na ampliação e características do papel. Mais recursos eram possíveis no preto e branco, de maior latitude e maior flexibilidade de revelação e variedade de papéis. O Sistema de Zonas desenvolvido por Ansel Adams exigia muito estudo e maestria e unia técnicas aprimoradas de exposição, revelação do filme e ampliação, que combinados resultavam numa foto que reproduzia uma rica gama de tons.
Em tempos digitais, onde podemos lançar mão de recursos em softwares e câmeras com bastante versatilidade, desponta o HDR (High Dynamic Range) como uma ferramenta capaz de aumentar a latitude do "filme" digital e proporcionar efeitos artísticos que os tempos do acetato não permitiam.
Se pensarmos nos ajustes que temos disponíveis normalmente, utilizados para todos os tipos de foto, e juntá-los com fotos geradas por HDR temos uma ampla gama de possibilidades.
Sem dúvida, uma arma bem criativa que oferece ao fotógrafo um potencial que varia entre a reprodução mais próxima da realidade até a criação de um mundo mágico onde cores e tons se unem numa atmosfera de fantasia.
Bons Clics,
Alexandre
Achei o efeito bem legal. Você poderia dar umas dicas de como conseguir resultados semelhantes.
ResponderExcluir