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Se você adora fotografia, tem alguma dúvida, quer trocar ideias ou fazer algum comentário... este é o seu espaço.
Participe! Ajude a fazer do F-Spot um ponto de encontro para apaixonados por fotografia.
Bons Clics e um Grande Abraço.
Alexandre Nobili
Editor
Envie sua foto para o e-mail alexandrenobili@hotmail.com que comentarei aqui no blog. Observarei a composição, a parte técnica, além da linguagem. Por favor, mande a foto com o tamanho máximo de 450 pixels de largura. Aguardo sua foto.
novembro 22, 2014
Alexandre P. Nobili enviou um convite para você
maio 13, 2009
Paul Strand no IMS
Mulher Cega, Nova York, 1916
A seleção de 107 fotos do fotógrafo americano Paul Strand (1890-1976) apresenta uma abordagem direta da vida nas ruas da metrópole industrial, o que era incomum naquele contexto. Naturezas-mortas, closes de utensílios domésticos e máquinas revelavam um novo ponto de vista sobre o cotidiano, além de estarem estreitamente vinculadas à pintura de vanguarda de sua época, como o cubismo e o abstracionismo geométrico. Além do panorama do início de suas atividades, nos anos 1910 e 1920, destacam-se também os retratos de comunidades em diferentes lugares do globo, que o artista desenvolveu com sistemática a partir da segunda metade dos anos 1940.
Paralelamente à mostra, a programação de cinema do IMS oferece ao público a oportunidade de conhecer as três principais obras cinematográficas de que Paul Strand participou: Manhatta (1921), Redes (1936) e Native Land (1942).
A mostra é uma realização do IMS em parceria com a Aperture Foundation, instituição norte-americana responsável por preservar e divulgar a obra de Strand. Veja dias e horários aqui.
Alexandre
Editor
Há esperança quando o flash falha?
A Gracia tratou a imagem como pode a a converteu para PB (como pode ser conferido em seu site). O PB suporta melhor falhas na exposição e permite mais ajustes, pois passamos a lidar apenas com os tons, sem os problemas intrínsecos à cor (matiz).
Nem sempre o flash acompanha a velocidade do fotógrafo ou do acontecimento das coisas, podem acontecer diversos problemas na hora do clic: o flash não se reciclou totalmente, não está ligado, contato ruim, exposição errada, ajuste inadequado, enfim, flash só dá problema com quem já utilizou.
Mas, quando tudo parece estar perdido, sempre há a mágica do Photoshop para ajudar. Claro que há limites, pois sabemos que mágicas não passam de truques e estão longe de serem milagres.
No caso da foto postada pela Gracia, optei por fazer uma correção que levou menos de dois minutos, mas que deu uma sobrevida à foto. O arquivo era muito comprimido e, por isso, dá apenas pra se ter uma noção da correção. O importante é ressaltar que esta é uma técnica rápida e prática, excelente para se corrigir várias fotos subexpostas ou superexpostas.
As técnicas utilizadas foram: uso de novas camadas com mesclagem em modo screen (para fotos subexpostas- até se obter o nível desejado de detalhe nas sombras), máscara nas camadas para não afetar as altas-luzes e dosar o resgate das sombras; clareamento dos olhos, pois exercem forte impacto na imagem; redução de ruído. Com um arquivo em alta, essa técnica fica ainda mais perfeita.
Dessa forma, num passe de mágica e mais rápido que um flash se corrige o problema.
Veja abaixo o antes e depois.
Abraços, e mandem suas fotos e perguntas.
Pó de Pirlimpimpim para todos,
Alexandre
Editor
abril 19, 2009
Photoshop - ajustes ou manipulações?!

abril 16, 2009
março 29, 2009
Temporada de Caça
Por favor, mande a foto com o tamanho máximo de 450 pixels de largura.
Aguardo sua foto.
Abraços,
Alexandre
março 26, 2009
DSLR - Perguntas e Respostas.
Nenhum dos dois. O mais importante é o tamanho de cada pixel individualmente. Um pixel é como uma esponja para a luz – quanto maior, mais luz consegue absorver. Maior sensibilidade permite a você fotografar em ISOs maiores com menor ruído, melhores detalhes e graduação de cor mais ampla. Obviamente, pixels maiores necessitam de um sensor maior para conter a mesma quantidade.
2- Então esse é o motivo pelo qual se consegue uma foto melhor de uma DSLR do que de uma câmera compacta que tenha o mesmo número de pixels?
Este é apenas um dos motivos. As DSLRs também tendem a realizar um melhor processamento da imagem. Elas te possibilitam mais controles e oferecem uma vasta gama de lentes. Outras vantagens são: tempo de “startup” mais curto, tempo de atraso no disparo praticamente nulo, autofoco mais rápido e sensível, visor mais claro e apurado, maior quantidade de fotos em disparo contínuo, flash mais potente, vários acessórios, maior tempo de vida útil da bateria, e maior robustez do equipamento.
3- O que é melhor, estabilidade ótica ou digital?
Estabilidade digital é basicamente enrolação – ela simplesmente aumenta o ISO e a velocidade do obturador e, algumas vezes, lança mão de softwares de aumento de nitidez para compensar áreas borradas da imagem. A estabilidade ótica da imagem é pra valer. Ou o sensor ou um elemento da lente se movem para compensar algum movimento ao se fotografar em velocidades de obturador mais baixas.
4- Qual a diferença entre MODO AUTOMÁTICO e PROGRAMA?
No AUTOMÁTICO a câmera funciona como uma compacta automática, ou seja, os ajustes de abertura, velocidade, ISO, balanço do branco, modo do autofoco, flash são automaticamente ajustados pela câmera. É preferível usar o PROGRAMA, que ajusta a abertura e a velocidade, mas deixa o resto para ser ajustado por você. Você pode ajustar alguns ou todos os parâmetros, fazer compensação de exposição e decidir quando quer utilizar o flash.
5- O que faz o Ajuste de PROGRAMA (PROGRAM SHIFT)?
Permite a você alterar a combinação abertura/velocidade ao mesmo tempo em que mantém a exposição correta. Digamos que em PROGRAMA sua câmera ajustou a combinação 1/250 seg. com F/8, mas você está fazendo um retrato e quer usar uma abertura maior para desfocar o fundo. Com o PROGRAM SHIFT, você ajusta a abertura em f/2.8 e a velocidade é automaticamente ajustada para 1/2000 seg. para compensar a mudança da abertura e fazer com que a mesma quantidade de luz atinja o sensor da câmera ou o filme.
6- O que significa comprimento focal “equivalente”? Por que algumas vezes se diz, por exemplo, que uma lente 50mm equivale a uma 75mm?
Isto acontece porque se considera o comprimento focal correspondente numa câmera tradicional 35mm de filme (tamanho da imagem no filme: 24mm X 36 mm) ou numa DSLR com formato de sensor grande (FX no caso da Nikon). Como a maioria dos sensores nas câmeras DSLR é menor do que numa 35mm eles captam apenas uma parte central da imagem projetada pela lente “normal” 50mm. Isto faz com que as imagens produzidas tenham o mesmo campo de visão que uma lente 75mm teria numa câmera 35mm tradicional (full-frame) ou sensor grande. (Esta diferença de área captada se chama fator de corte ou “lens factor”.)
7- O que faz uma lente ser mais “rápida” do que outra?
Uma lente rápida (ou clara) permite a passagem de uma grande quantidade de luz passando através de sua máxima abertura. Isto permite o uso de uma velocidade maior do que se poderia com uma lente de abertura menor (escura ou lenta). O número F na especificação de uma lente indica a abertura máxima que esta lente possui. Números menores significam aberturas maiores. Uma lente f/1.4 é muito rápida, f/2.8 é bastante rápida e f/5.6 é lenta.
8- Então é melhor usar uma lente full-frame para uma DSLR que tenha um sensor menor?
Não. Como o sensor pequeno capta apenas a parte central do círculo da imagem (chamado em inglês de “sweet spot”, a parte mais nobre da imagem projetada pela lente), as lentes full-frame (fabricadas para serem usadas com as câmeras 35mm ou de sensor full-frame), teoricamente, rendem imagens de maior nitidez ao longo das bordas do que as feitas especificamente para câmeras digitais de sensor menor, no entanto não há evidências práticas disso no mundo real. As lentes full-frame trazem alguns benefícios: mantêm sua utilidade no caso de se fazer um up-grade para uma câmera de sensor full-frame com o mesmo encaixe, por exemplo. Por outro lado, o fator de corte faz com que elas não possam lhe proporcionar uma visão de super grande angular – uma lente full-frame 17mm se torna equivalente à 25mm numa DSLR com sensor menor (APS-C).
9- O que significam, por exemplo, os números f/3.5~5.6 na especificação de uma lente?
Em zooms mais simples (“baratas”) a lente via ficando mais lenta á medida que se aumenta o comprimento focal. Numa lente 18-55mm f/3.5~5.6, por exemplo, você pode ajustar ama abertura tão grande quanto f/3.5 em 18mm, mas em 55mm a abertura máxima que você pode usar é de f/5.6. Nos comprimentos focais intermediários, digamos 35mm, a abertura máxima seria em torno de f/4.5.
10- Por que eu devo comprar uma lente tele se posso usar um teleconversor na minha zoom?
Isso vai fazer com que a sua lente, já não muito clara, fique ainda mais escura. Um teleconversor (teleconverter em inglês) de 2X faz com que uma lente f/3.5~5.6, por exemplo, passe a ter uma abertura efetiva de f/7~11, escura o suficiente para impossibilitar o uso do autofoco. Além disso, os teleconversores destinados às lentes zooms que vêm com a câmera (kit) costumam ter uma qualidade ótica regular. A melhor opção seria investir numa lente telezoom não muito cara, que costuma vir com o kit câmera+lente.
11- Qual a diferença entre leitura do fotômetro central, spot e “evaluative” (avaliado)?
Todos os fotômetros das câmeras “enxergam” uma parte da imagem como cinza intermediário (meio-tom), ou seja, o ponto intermediário entre as altas-luzes e as sombras. O sistema “evaluative” (matrix na Nikon) divide a imagem em segmentos, compara as leituras de cada parte, e compõe um padrão de imagem para avaliar a exposição correta. A leitura “central” (centerweighted) leva em consideração toda a luz da cena, mas dá maior ênfase à parte central da imagem. Em “spot”, um pequeno percentual da cena, normalmente menos do que 5% e normalmente na área central, é fotometrado. Algumas câmeras permitem que o ponto de leitura spot acompanhe o sensor ativo do autofoco.
Enquanto o sistema “evaluative” é melhor para a maioria das situações, o central é mais adequado para assuntos tais como fotos de grupo. Para obter maior controle sobre a exposição usa-se o spot, que permite selecionar o meio-tom da cena, porém é o sistema que exige maior perícia por parte do fotógrafo.
12- Por que usar um fotômetro de mão se posso obter todas essas variedades de leitura na minha câmera?
Porque a maioria dos fotômetros de mão permite a você ajustar sua exposição baseado na luz sobre o assunto fotografado, chamada luz incidente. Eles são ótimos quando o assunto fotografado é mais escuro (não-refletivo) ou mais claro (refletivo) do que o normal. Essa situação faz com que os fotômetros de câmera (fotômetros que medem a luz refletida ou “de luz refletida”) tendam a super ou sub expor.
Os fotômetros de mão também ajudam a obter exposições mais consistentes nas cenas que possuem uma ampla variedade de tons. Para uma leitura da luz incidente segure o fotômetro no ponto do seu assunto onde a exposição seja mais crítica, como o rosto, e aponte o fotômetro para a câmera. Muitos fotômetros de mão podem ser ajustados para a leitura da luz refletida ou da intensidade da luz do flash.
13- Como sei a distância que a luz do meu flash alcança?
Pelo valor do Número-Guia (GN), existente em praticamente todo flash embutido na câmera, ou para montagem na sapata (shoe-mount); fornecido em pés, metros ou ambos – na parte traseira da câmera ou flash, ou no manual. O GN indica a distância que o flash alcança a uma determinada abertura, ou, que abertura utilizar dada uma determinada distância. Basta dividir o GN pela distância ou pelo número da abertura. Por exemplo, se um flash tem um GN de 40 em metros (em ISO 100), ele poderá alcançar até a distância de 10 metros com uma abertura f/4 (40÷4=10). Se você quiser fazer uma foto a 20 metros com o mesmo ISO, você terá que usar uma abertura f/2.
14- Meu flash permite o uso em TTL ou Ajuste Automático. Qual a diferença?
O TTL regula a potência do flash medindo a quantidade da luz do flash que é refletida pelo objeto fotografado, atravessa a lente e é medida pelo fotômetro embutido da câmera. Normalmente é a forma mais precisa de se determinar a exposição do flash, além de permitir a você o uso do flash rebatido em qualquer direção e superfície. Já o Ajuste Automático regula a potência do flash considerando a quantidade de luz refletida pelo objeto fotografado e medida pelo sensor embutido no corpo do flash. Para a maioria dos assuntos funciona bem, e como o sensor da luz é no próprio flash, pode ser utilizado com várias câmeras de diferentes modelos e fabricantes, ao passo que o flash TTL (dedicado) só funciona nas câmeras com as quais é compatível.
15- Eu já possuo um flash que gosto muito e é automático. Posso utilizá-lo com minha nova câmera DSLR?
Depende da data em que seu flash foi fabricado. Se, por exemplo, for de fabricação japonesa (no caso de um Vivitar 283) feito entre 1972 e 1987, não é seguro. A voltagem de disparo destes flashes pode variar até uns 600 volts, o suficiente para queimar o circuito de uma moderna DSLR. Modelos mais recentes (“made in China” ou “made in Korea”) geralmente usam um capacitor de 9 volts, ou seja, são mais seguros para as DSLR. Ainda assim, seria melhor utilizar em conjunto um adaptador de segurança como o WEIN SAFE-SYNC (US$ 50, nos EUA) a sua sapata – ou simplesmente, compre um flash novo TTL. Custa muito menos do que uma nova DSLR, e você poderá utilizar o seu flash antigo como um segundo flash off-camera para iluminar fundos ou fazer luz de preenchimento.
16- Minha câmera consegue manter compatibilidade com os cartões de memória mais rápidos que estão surgindo?
Os modelos novos conseguem, e os fabricantes estão sempre trabalhando para aumentar a velocidade de transferência de imagens e para reduzir o tempo que os arquivos de imagens, cada vez maiores, levam para limpar o buffer (memória cache) da câmera, conforme atesta Jeff Cable, da Lexar, fabricante de cartões de memória. Um outro benefício dos cartões de memória de alta-velocidade (high-speed) é a maior velocidade de transferência dos arquivos de imagens para o seu computador. Para usufruir deste benefício tenha a certeza de utilizar um leitor de cartão compatível.
17- Reformatar um cartão de memória com frequência pode danificá-lo?
Não. Na verdade, os experts até recomendam este procedimento. Reformatar elimina todos os vestígios de imagens, nomes de arquivos ou qualquer dado que exista no cartão, limpando completamente a memória e abrindo mais espaço para salvar novas fotos. É melhor reformatar o cartão na câmera do que no computador para assegura que os dois trabalhem bem em conjunto.
18- É verdade que o JPEG perde detalhes cada vez que é aberto? Seria melhor trabalhar com TIFF ou PSD?
Não mais. Se você simplesmente abrir um JPEG e não fizer nada além de ver a imagem, e depois fechar o arquivo sem salvá-lo, não irá perder detalhes. Se utilizar o comando Save As do Photoshop e escolher salvar o JPEG com uma menor qualidade (ou maior compressão) causará uma perda de qualidade, gerando lixos digitais e perdendo detalhes. “Ressalvar” JPEGs com frequência, no mesmo nível de qualidade, pode gerar lixo digital (artifact), mas você só irá perceber se der um zoom detalhado na imagem.
19- Para que se utiliza calibrador de monitor?
Todo monitor é diferente. Se o seu, por exemplo, for muito claro e muito contrastado, você ficará desapontado quando suas ampliações ou impressões (prints) vierem escuras e sem contraste. Portanto, antes de ajustar suas fotos no seu computador, calibre o monitor. Uma vez calibrado, você poderá contar com o monitor para ter uma visão mais fiel ao que realmente será impresso ou ampliado. Daí será mais confiável ajustar as fotos com maior precisão para que o resultado visto na tela seja o reproduzido na impressão/ampliação.
20- Eu adoro fotografar o pôr-do-sol, mas quando eu exponho para o céu, o primeiro plano fica muito escuro. O que posso fazer?
Use um filtro split de densidade neutra (uma parte transparente a outra escura). Este filtro, por ser de densidade neutra (cinza) não afeta a cor, e sua transição pode se dar de forma gradual, filtro graduado, ou abrupta (meio a meio). Ele funciona em situações onde a diferença de luz entre uma parte da imagem e outra (normalmente primeiro e segundo planos) é muito grande e bem delimitada. Este tipo de filtro permite que se exponha a imagem de forma adequada para a parte mais escura da imagem sem estourar a parte mais clara (altas-luzes) ou, no caso, o céu.
Espero que estas respostas ajudem vocês de alguma forma. Caso tenham alguma pergunta, postem no "Comentários" que em breve responderei com outra postagem de "Perguntas e Respostas".
Boas Fotos,
Alexandre
março 22, 2009
Lei de Murphy na fotografia
A partir desta lei original várias outras foram postuladas, em diversas áreas.
Aqui podemos verificar derivações da Lei de Murphy aplicadas à fotografia.
- A chance do cartão de memória dar problema de leitura é diretamente proporcional a:
1- a quantidade de fotos contidas nele
2- a importância dessas fotos
- A bateria da câmera tende a estar descarregada sempre que surgir um trabalho de última hora. Provavelmente você só descobrirá isso quando chegar no local onde irá fotografar.
Prevenido, você tem bateria sobressalente:
1- ou você terá esquecido de levá-la
2- ou ela também estará descarregada.
- Se houver alguma sujeira no sensor ela tenderá a se alojar nas partes mais críticas da imagem e seu tamanho será diretamente proporcional à complexidade de retoque na região.
- Uma lente, por mais clara que seja, nunca será clara o suficiente.
- Por maior que seja o estúdio, sempre será 10 ou 15 cm. menor do que o necessário.
- O Photoshop nunca dá problema, a menos que você resolva usá-lo para retocar e ajustar fotos.
- Você tenderá a ter problemas com falta de energia elétrica se:
1- não estiver usando no-break (ou o que você comprou acaba de dar problema)
2- está quase finalizando o trabalho que você está fazendo há várias horas e finalmente resolve fazer uma cópia de segurança
3- o seu prazo para entrega do trabalho é muito curto e você está com pressa
- As fotos mais importantes que você tem estão armazenadas no HD, que acaba de dar problema. Verificando o seu back-up você irá perceber que eram as únicas que você ainda não tinha copiado.
- 1ª Lei do back-up seletivo: quanto mais importante a foto, menor a probabilidade de haver um back-up dela.
- 2ª Lei do back-up seletivo: havendo back-ups das fotos mais importantes, a probabilidade dele funcionar é inversamente proporcional ao número de fotos salvas.
- Lei das Baterias: uma bateria tende a estar descarregada quando ela é extremamente necessária.
- Quanto mais equipamento você tiver que carregar para uma sessão fotográfica, menos você precisará utilizar.
- Lei da compensação do equipamento: quanto menos equipamento você levar para uma sessão fotográfica, mais você irá precisar dos que não levou.
- Em dias de externa, a possibilidade de chover aumenta.
- Um flash de estúdio tende a dar mal contato somente na hora do clic e não no momento da montagem do set ou do teste de luz.
- Não importa a capacidade do seu HD, ela sempre será menor do que a que você gostaria.
- Quanto maior for o cartão de memória e mais fotos houver nele, maior será a chance dele dar problema de leitura.
Lei Complementar: se você tiver mais de um cartão de memória, a maior probabilidade é que a escolha recaia sobre aquele que tenda a dar algum defeito.

